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Durante anos, as empresas de software mantiveram os programadores e os profissionais de operações isolados em diferentes departamentos. Na BABEL, estamos empenhados em derrubar este muro, implementando uma nova cultura de trabalho conhecida como DevOps.

Através da comunicação e colaboração, DevOps faz com que os programadores e profissionais de operações trabalhem como uma equipa única e perfeitamente sincronizada. Este ambiente de trabalho facilita o processo de integração contínua, mas... O que é a integração contínua?​

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A integração contínua, em poucas palavras, é o nome dado à automatização das tarefas de configuração de versões, compilação, teste e análise do código que gera uma entrega pronta para ser implementada.

As principais vantagens que traz são as seguintes:
  • Software de melhor qualidade: Desde as primeiras fases de criação da aplicação, até à implementação do software, esta é continuamente verificado, através de testes e análises, para que não haja possíveis defeitos que possam prejudicar o desenvolvimento do código, ou dificultar a utilização do software.
  • Multi-tecnología: As múltiplas tecnologias podem ser incluídas no ciclo de integração contínua.
  • Crescimento da produtividade: O programador fica sem a preocupação de certas tarefas repetitivas que são agora automatizadas e pode concentrar os seus esforços na sua área de trabalho.
  • Escalabilidade: Não é um sistema fechado, permite a assimilação de novas ferramentas que melhoram a comunicação e a eficiência. Os contínuos avanços tecnológicos exigem uma inovação permanente que permita manter o padrão de agilidade.
  • Redução de custos: O aumento da eficiência dos programadores, o aumento da produtividade, a redução do tempo necessário para a entrega de um produto digital e a agilidade geral do processo resultam em custos reduzidos.
As etapas do processo são fáceis de compreender:
  1. Os programadores geram novo código, e combinam-no com o código existente através de um repositório.
  2. Para verificar se tudo está a funcionar corretamente, são efectuados testes automáticos que verificam a funcionalidade e a qualidade.  Ou seja, verificam a existência de linhas duplicadas de código, o cumprimento de normas de codificação, melhores práticas, etc.
  3. Quando o novo código tiver passado com sucesso todas as verificações, é gerado um deliverable, que é o resultado de uma execução bem sucedida.
  4. Para que os programadores o possam utilizar, ele será carregado para uma plataforma, que pode conter diferentes tecnologias, aqui podem acontecer 2 coisas (dependerá das limitações de cada ambiente).
  • Através da intervenção humana, o produto pode ser implantado no ambiente e as novas funcionalidades introduzidas no código são verificadas e a passagem à produção é aprovada.
  • O lançamento para a produção é automatizado sem intervenção humana.

A integração contínua está a evoluir, não é estática, está a adaptar-se a novas tecnologias e diferentes processos de automatização necessários para tornar a execução de projetos de qualidade cada vez melhor, com prazos de entrega mais curtos e, consequentemente, reduzir os custos.

E tu, de que estás à espera para aderir?

Ricardo Escovar Alonso
Ricardo Escovar Alonso Perfil en Linkedin

Coordinador de sistemas de información en BABEL.

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