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A aplicabilidade é um dos grandes desafios colocados pela tecnologia. Ou seja, como o exercício intelectual - que é crucial no processo de inovação - se torna valor para a nossa sociedade e/ou para os nossos clientes.

Talvez o segundo desafio seja o da consiliência, a união de conhecimentos e informações de diferentes disciplinas para criar um quadro unificado de compreensão e, portanto, mais completo. Hoje vamos propor este exercício sobre um tema atual, importante e desafiante: eventos climáticos extremos.
 

Um verdadeiro desafio para as seguradoras


A meteorologia é uma ciência extremamente complexa onde os eventos hemisféricos e locais geram uma grande variabilidade de efeitos. A capacidade de compreender a interação destes efeitos acentua a necessidade de criar modelos matemáticos complexos que lidam com um grande volume de dados diversos, variáveis e computacionalmente intensivos. O nosso contributo neste cenário complexo é aplicar esta tarefa à gestão de riscos extremos e ao seu impacto nas companhias de seguros.
 

Modelos analíticos e enriquecimento de dados


Como posso ajudar uma seguradora a compreender a gama de exposição a estes fenómenos? Como posso melhorar a minha exposição ao risco, analisar o passado e prever o futuro? Como posso combinar a gestão do risco com uma política agressiva de expansão do negócio?

A resposta está nos dados, mas apenas os dados não serão suficientes. O verdadeiro valor reside na capacidade de contextualizar essa informação. Ou seja, como posso cruzar, enriquecer e aumentar o seu valor com novas fontes: informação meteorológica, bacias hidrográficas, modelos digitais do terreno, dados sobre inundações... São um exemplo, mas há mais.
 

A sua aplicabilidade na análise de risco


A capacidade de os limpar, completar, interpretar e sobretudo de encontrar o ponto de relação, algo que nem sempre é óbvio, é o que nos permite criar um modelo e um mapa de risco que responde à primeira fase: análise descritiva. Esta capacidade de identificar com diferentes graus de detalhe a intensidade com que ocorreu um evento climático extremo ou uma combinação destes permite-nos detetar ou validar a exposição acumulada e enriquecida com outras informações: tipos de solo, camadas de vegetação, idade dos edifícios, comparação entre casas, incoerências nas reivindicações, comparação entre áreas do mesmo município... Tudo isto faz a diferença e abre o caminho à previsibilidade.
 

Previsibilidade ou gestão do risco


Qual é a probabilidade de estes fenómenos se repetirem num horizonte de 5, 10, 15 ou 20 anos? Realizámos trabalhos sobre a aplicação de modelos preditivos a este tipo de análise. E os resultados são impressionantes, não só devido à capacidade de identificar áreas de risco pela sua intensidade e aplicar esta informação à gestão do risco, aceitação ou preço, mas também porque nos permite mesmo definir áreas de foco comercial, áreas de crescimento, geração de novos produtos diferenciadores, vantagens competitivas, etc.


Não apenas seguros


Como posso aplicar esta informação para dar explicações de elevada granularidade ao consumo de energia? Como me ajudará a avaliar o impacto dos riscos no meu negócio?

É aqui que a contribuição deste tipo de modelos analíticos complexos faz uma diferença na forma como ajudamos os nossos clientes a enfrentar os seus desafios e aplicamos a tecnologia de forma criativa no nosso dia-a-dia.
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